6:49
6:10
5:19
Veio de manhã molhar os pés na primeira onda, abriu os braços devagar e se entregou ao vento. O sol veio avisar que de noite ele seria a lua, pra poder iluminar Ana, o céu e o mar. Sol e vento, dia de casamento. Vento e sol, luz apagada num farol. Sol e chuva, casamento de viúva. Chuva e sol, casamento de espanhol… Ana aproveitava os carinhos do mundo, os quatro elementos de tudo. Deitada diante do mar que apaixonado entregava as conchas mais belas, tesouros de barcos e velas que o tempo não deixou voltar. Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina? Quem já conseguiu dominar o amor? Por que é que o mar não se apaixona por uma lagoa?
Porque a gente nunca sabe de quem vai gostar.
Ana e o mar, mar e Ana. Histórias que nos contam na cama antes da gente dormir. Ana e o mar, mar e Ana. Todo sopro que apaga uma chama reacende o que for pra ficar. Quando Ana entra n’água o sorriso do mar-drugada se estende pro resto do mundo abençoando ondas cada vez mais altas. Barcos com suas rotas e as conchas que vem avisar desse novo amor… Ana e o mar.

O Teatro Mágico. (via o-teatro-magico)

9:30
9:27
Se agregar não é segregar!

— O teatro Mágico (via perfeita-sincronia)

9:25
9:24
9:24
9:03
10:56

O amor … às vezes só confunde a gente. Não sei (…) 

8:04
Enquanto a chuva molha o meu rosto
Ela esconde a minha lágrima
Que insiste em encontrar o chão.

Rosa de Saron  (via vivervivendo)

6:50
9:30
9:04
3:01
Anónimo: Ei guria, tu tinha o 'seg-u-ndo ato' ne´?!

Tinha sim … pq? bj

»